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Muito autista ou pouco autista?!?! Nãããããoooooo…

Entenda porque o autismo é um espectro e como identificar os sintomas e sinais

O autismo, ou Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), como é tecnicamente chamado, é uma condição de saúde caracterizada por prejuízos em três importantes áreas do desenvolvimento humano:

  • habilidades socioemocionais
  • atenção compartilhada
  • linguagem

Atualmente a ciência fala não só de um tipo de autismo, mas de muitos tipos diferentes, que se manifestam de uma maneira única em cada pessoa.

Para definir a grande abrangência do autismo, usa-se o termo “espectro”, pois há vários níveis de comprometimento, desde pessoas com outras doenças associadas (chamada de comorbidades), como deficiência intelectual, até pessoas que têm uma vida comum, independente, porém, algumas nem sabem que são autistas, pois jamais tiveram esse diagnóstico.

Causas genéticas

O autismo é um transtorno multifatorial do qual não se conhece o mecanismo da causa completamente. Um estudo publicado pelo JAMA Psychiatry em 17 de julho de 2019 sugere que 97% a 99% dos casos de autismo têm causa genética, sendo 81% hereditário. O trabalho científico, com 2 milhões de indivíduos, de cinco países diferentes, sugere ainda que de 18% a 20% dos casos tem causa genética somática (não hereditária). E o restante, aproximadamente de 1% a 3%, devem ter causas ambientais, pela exposição de agentes intrauterinos — como drogas, infecções, trauma durante a gestação (leia nosso artigo “Pesquisa confirma que autismo é quase totalmente genético; 81% é hereditário“). No início de 2020, um trabalho científico publicado na revista Cell, com base numa análise do sequenciamento genético de mais de 35.000 pessoas autistas e familiares, identificou 102 genes como sendo os principais relacionados ao autismo.

Após centenas de estudos — entre eles o norte-americano MSSNG, publicado em 2017, na revista científica Nature Neuroscience, considerado o maior programa de estudos genéticos em autismo no mundo, se sabe que testes genéticos podem detectar a causa em 10% a 40% dos casos de TEA dos EUA e Canadá, com taxa maior de detecção quando tecnologias de análises genéticas mais modernas são utilizadas em casos onde o autismo está associado a outros problemas de saúde e sinais clínicos. Como a ciência tem certeza da influência da genética no autismo, existem atualmente mais de mil de genes já mapeados e implicados como fatores de risco para o transtorno. Sendo 102 o número total dos principais genes relacionados ao autismo.

Sinais de autismo na infância

A partir de um ano e meio de idade, alguns sinais de autismo já podem aparecer, até mesmo mais cedo em casos mais graves. Há uma grande importância de se iniciar o tratamento o quanto antes — mesmo que ainda seja apenas uma suspeita clínica —, pois quanto antes iniciem-se as intervenções, maiores são as possibilidade de melhorar a qualidade de vida da pessoa. O tratamento psicológico com evidência de eficácia, segundo a Associação Americana de Psiquiatria, é a terapia de intervenção comportamental — aplicada por psicólogos. A mais usada delas é o ABA (sigla em inglês para Applied Behavior Analysis — em português, análise aplicada do comportamento). Como o tratamento para autismo é interdisciplinar, ou seja, além da psicologia, pacientes podem se beneficiar com intervenções de fonoaudiologia, terapia ocupacional, entre outros profissionais.

Listamos, a seguir, alguns desses sinais, mas é importante ressaltar que apenas três deles presentes numa criança de um ano e meio já justificam uma suspeita para se consultar um médico neuropediatra ou um psiquiatra da infância e da juventude. Testes como o M-CHAT (inclusive a versão em português) estão disponíveis na internet para serem aplicados por profissionais.

  • Não manter contato visual por mais de 2 segundos;
  • Não atender quando chamado pelo nome;
  • Isolar-se ou não se interessar por outras crianças;
  • Alinhas objetos;
  • Ser muito preso a rotinas a ponto de entrar em crise;
  • Não brincar com brinquedos de forma convencional;
  • Fazer movimentos repetitivos sem função aparente;
  • Não falar ou não fazer gestos para mostrar algo;
  • Repetir frases ou palavras em momentos inadequados, sem a devida função (ecolalia);
  • Não compartilhar seus interesses e atenção, apontando para algo ou não olhar quando apontamos algo;
  • Girar objetos sem uma função aparente;
  • Interesse restrito ou hiperfoco;
  • Não imitar;
  • Não brincar de faz-de-conta.

Atenção: estas informações não dispensam a consulta com especialistas para o diagnóstico
Fonte: tismoo

Veja também nosso artigo: Tudo sobre o autismo

Conheça nossos especialistas no diagnóstico e reabilitação de autistas, acesse linktr.ee/egolife

Ansiedade: quando se torna um transtorno?

ansiedade

Problemas de saúde mental têm se tornado cada vez mais comuns em todo o mundo. A ansiedade, por exemplo, atinge mais de 260 milhões de pessoas. Aliás, o Brasil é o país com o maior número de pessoas ansiosas: 9,3% da população, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Neste sentido, fatores socioeconômicos, como pobreza e desemprego, e ambientais, como o estilo de vida em grandes cidades, podem ser a causa da doença em alguns casos.

A ansiedade é uma reação que todo indivíduo experimenta diante de algumas situações do dia a dia, como falar em público, expectativa para datas importantes, entrevistas de emprego, vésperas de provas, exames de saúde entre outras. Contudo, algumas pessoas vivenciam esta reação de forma mais frequente e intensa, que pode ser considerada patológica e comprometer a saúde emocional.

Quantas vezes a ansiedade já lhe impediu de fazer algo ou prejudicou a sua vida? Conheça suas causas, seus sintomas e quando a ansiedade se torna um transtorno.

O que é ansiedade?

A ansiedade é uma reação natural, instintiva do nosso corpo. Ao longo da nossa evolução, desenvolvemos a capacidade de entrar em estado de alerta quando nos sentimos expostos aos riscos e ameaças. Mas, nem sempre a interpretação de que algo oferece perigo está correta, deixando-nos extremamente ansiosos, de forma desproporcional ao risco envolvido.

Todos experimentamos a ansiedade em algum momento do dia. Até certo ponto, ela é considerada positiva, porque nos leva a uma organização prévia e nos impulsiona a agir.

Observe que quando você está ansioso, você tende a ficar mais agitado que o normal. Sempre que existe um compromisso marcado, que você precisa se preparar para algum evento, reunião ou deve tomar alguma decisão importante, você provavelmente ficará mais inquieto.

Ansiedade Patológica

Diferente da ansiedade natural que todos nós possuímos,  a ansiedade patológica tem o efeito contrário.  Pessoas com esse tipo de ansiedade acabam não conseguindo executar tarefas simples do dia a dia, como ir ao trabalho ou fazer uma pesquisa para a faculdade, porque se sentem ansiosas demais e acabam bloqueando na hora de desenvolvê-las.

A ansiedade patológica deve ser tratada rapidamente, pois de acordo com os estímulos que causam o medo e o estado de hipervigilância, acabam desencadeando transtornos que podem incluir,  por exemplo, o estresse pós traumático, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), fobia social ou fobias específicas,  síndrome do pânico, ansiedade generalizada entre outros.

Os transtornos de ansiedade delimitam quando esta emoção se torna patológica, devido ao seu grau de intensidade e aos prejuízos gerados a curto e longo prazo para o indivíduo afetado. Por este motivo, é considerado um problema quando:

  • Surge em momentos indevidos;

  • Ocorre com frequência;

  • É tão intensa e duradoura que interfere com as atividades habituais da pessoa.

Sintomas do Transtorno de Ansiedade

É muito importante destacar que os sintomas são diversos e variam de pessoa para pessoa. Quando a ansiedade é um problema patológico, é normal que a pessoa sinta insônia, dor no peito, arritmia cardíaca e falta de ar. Algumas pessoas também relatam formigamentos na pele e visão escurecida quando estão em uma crise. Conheça alguns sintomas psicológicos e físicos:

Sintomas psicológicos – Pessoas com ansiedade tendem a apresentar sensações como dificuldade de concentração, excitabilidade, hiperatividade, excesso de medo ou de agitação, pensamentos de catástrofe, preocupação exagerada, isolamento social, dificuldade de esquecer o que a aflige, insônia, falta de confiança diante de momentos que fujam do previsto e falta de estabilidade emocional quando algo foge ao planejado.

Sintomas físicos – Aumento da pressão sanguínea, hiperventilação, palpitações, aceleração dos batimentos cardíacos, forte dor no peito, sudorese, falta de ar, ondas de calor, tremores, calafrios, dor de estômago, diarreia, musculatura tensa, sensação de desmaio.

Os transtornos de ansiedade trazem problemas não só fisicamente, mas em muitas áreas da vida do indivíduo, como na vida social e na vida profissional.

Diagnóstico e tratamentos

O diagnóstico da ansiedade é clínico, ou seja, baseado na análise dos sintomas. Não há exames que confirmem o transtorno, mas, como muitos pacientes têm sintomas físicos, como taquicardia e falta de ar, um médico pode solicitar alguns testes para descartar outras doenças.

O tratamento inclui psicoterapia e, em alguns casos, medicamentos. Ainda que você sinta que pode controlá-la por um tempo, um psicólogo irá ajudá-lo a compreendê-lo, que é o primeiro passo para controlá-la. Ele auxilia a encontrar o que, na sua vida, pode estar causando essas reações e quais consequências práticas a ansiedade está trazendo para você.

Se você está  ansioso ou identificou alguns dos sintomas mencionados, não hesite em buscar ajuda para aprender as melhores soluções contra a ansiedade e seus transtornos. Não deixe essa tensão se transformar em um problema. Você pode marcar uma consulta online através do nosso site. Conte conosco!

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O que é Depressão?

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A depressão afeta 5% da população Brasileira e de acordo com a Organização Mundial da Saúde, existe estimativa para que esse transtorno se torne a principal causa da busca pelos serviços de saúde em até 2030.

Fatores que causam a Depressão

Existem diversos fatores que causam a depressão, entre eles o biológico, psicológico e inclusive questões sociais.

Tratamentos Psicológicos e Medicamentosos

Atualmente, existem uma infinidade de tratamentos psicológicos e medicamentosos com eficiência comprovada através de estudos científicos, o problema ainda é o desconhecimento da população diante desse transtorno e seus tratamentos.

 

Somente Medicamentos podem não ser a solução para depressão.

Por se tratar de algo intangível, isto é, não se pode ver ou tocar, a pessoa que sofre desse transtorno, geralmente se sente desvalidada, descreditada pela maioria das pessoas de seu convívio social.

A Depressão existe

A depressão existe! E está presente, e infelizmente gera cada vez mais vitimas a cada dia, principalmente em um mundo aonde as exigências estão cada vez mais altas e inalcançadas.

Nem todas as pessoas que terão depressão ao longo de suas vidas precisaram ir a um profissional médico e psicólogo, algumas conseguirão resolver conversando com amigos, familiares ou com auxílio de sua Fé.

Mas para a aquelas que não conseguem sair dela sozinha, não precisam se sentir fracas, ou incapazes em buscar ajuda de um profissional. Existem tratamentos que podem auxiliar para ter uma qualidade de vida melhor.

Psicólogo ou Psiquiatra?

Ambos os dois profissionais estão preparados para diagnosticar e tratar o transtorno, no entanto, o psiquiatra lida com as questões mais voltadas ao biológico e medicamentosos, e o psicólogo com questões psicológicas e sociais que implicam ao adoecimento e seus sintomas, os dois são importantes.

Precisa de ajuda, então procure a gente

Se precisar de ajuda para passar por isso, pode contar com a EgoLife! Oferecemos serviços em psicologia e psiquiatria disponíveis na região de São Paulo próximo do Metrô Borba Gato!

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