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Sobrepeso: é hora de acender o sinal amarelo

sobrepeso

Manter o peso ideal é uma luta constante para muitas pessoas, ainda mais quando se tem uma vida corrida, pouco tempo para cuidar de si e uma grande oferta de alimentos prontos, que são muitas vezes calóricos para estarem presentes no cardápio do dia a dia.

O resultado de tudo isso é o ganho de peso da população. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 1,9 milhão de adultos em todo o mundo estão acima do peso. Desses, 600 milhões são obesos.

Para reverter esse quadro, é importante um trabalho de prevenção e conscientização, com melhores hábitos alimentares, priorizar alimentos mais saudáveis e incluir exercícios na rotina.

Leia este artigo até o final e fique por dentro do assunto!

Sobrepeso e Obesidade: entenda a diferença

Você alguma vez já se perguntou qual a diferença entre sobrepeso e obesidade? Apesar de serem pautas constantes na mídia, nem todo mundo sabe diferenciá-las.

Tanto o sobrepeso quanto a obesidade representam riscos consideráveis à saúde. Elas estão diretamente ligadas aos péssimos hábitos alimentares que boa parte da população tem.

Quando uma pessoa tem sobrepeso, significa que ela pesa mais do que o que é considerado saudável ou normal para a sua idade, sexo ou tamanho.

Em contrapartida, obesidade é um estado onde o obeso possui gordura corporal em quantidade excessiva. E, embora uma pessoa com sobrepeso tenha um acúmulo de peso corporal, ela pode não ter a gordura excessiva acumulada  em seu corpo.

Como saber se o seu peso é normal ou saudável?

Uma forma de distinguir sobrepeso e obesidade é calcular o IMC (índice de massa corporal). Um adulto é considerado com sobrepeso quando está acima de seu peso saudável estipulado, que varia de acordo com a altura e sexo de uma pessoa.

Um indivíduo tem sobrepeso quando seu IMC está entre 25 e 29,9. O IMC, um cálculo que mede o peso relativo à altura, é o padrão usado por profissionais da saúde para definir o peso de uma pessoa de acordo com sua altura. Um adulto com um IMC de 30 ou mais é considerado obeso, por exemplo.

Causas e fatores de risco

Uma pessoa pode estar com sobrepeso por uma das seguintes razões: Comer demais, vida sedentária, falta de exercícios, distúrbios alimentares ou metabólicos, condições médicas, etc.

Enquanto esses fatores também podem levar a obesidade, ela também pode ser causada por mudanças sociais e de estilo de vida, problemas médicos, desequilíbrio hormonal, condições genéticas e pode ser piorada por aumento na ingestão de alimentos e falta de exercícios.

Obesidade é um grande fator de risco para problemas de saúde incluindo doença coronariana, diabetes, hipertensão, etc. Embora uma pessoa com sobrepeso também tenha risco desses problemas médicos, uma pessoa obesa é mais suscetível a eles.

Dicas para manter um peso saudável:

  • Comer o que necessita, não o que quer;
  • Evitar repetir o alimento;
  • Se movimentar e fazer exercícios para manter o equilíbrio entre calorias ingeridas e gastas;
  • Comer de forma fracionada mantém o metabolismo estável;
  • Preferir comidas mais simples, triviais no dia a dia e deixar receitas mais elaboradas e calóricas como exceção;
  • Ter em casa alimentos e refeições que possam ser preparadas sem demandar muito tempo;
  • Levar as refeições para quando precisar comer fora de casa;
  • Evitar modismos, todos os grupos alimentares são importantes se consumidos de forma correta e respeitando o gasto calórico do organismo.

Além dessas dicas, é importante que haja uma mudança de toda uma cultura que envolve prazer em comer, questões estéticas e culturais, hábitos alimentares, sedentarismo, identificação de transtornos do comportamento alimentar, entre outros.

O excesso de peso além de trazer danos para a sua saúde física, pode  prejudicar as relações pessoais e profissionais, pois indivíduos nessas condições são mais propensos à depressão e ansiedade.

Lembre-se, para adotar mudanças no estilo de vida, com uma dieta menos calórica aliada a um programa de exercícios físicos, procure ajuda de um profissional, para que juntos conquistem qualidade de vida, saúde e bem-estar para sua vida.

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Psicólogo ou Psiquiatra: em qual devo me consultar?

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Ao possuir alguma preocupação com relação à sua saúde emocional ou associada à mente é preciso buscar ajuda. Sabe-se que o psicólogo e o psiquiatra trabalham para promover o tratamento, a cura e a qualidade de vida dos pacientes. Entretanto, eles fazem isso de formas diferentes, em alguns casos, são profissionais complementares, ou seja: atuam juntos em um mesmo caso, sendo que o paciente faz psicoterapia com o psicólogo e o tratamento medicamentoso com o psiquiatra.

Para tornar mais fácil o entendimento de como ambas as áreas atuam, vamos ver a partir de agora as principais diferenças entre o papel do psicólogo e do psiquiatra no desenvolvimento da saúde mental dos pacientes. Apresentamos a seguir tudo o que é preciso saber para decidir qual é o profissional indicado para você.

A função do Psicólogo 

O psicólogo tem habilidades para tratar, através das técnicas da psicoterapia, as muitas variedades de transtornos comportamentais, mentais e emocionais que o paciente pode apresentar.  De modo geral, a psicoterapia é aplicada através do diálogo entre psicólogo e paciente. Outras técnicas podem ser somadas e introduzidas ao longo do tratamento, como desenhos, leituras e exercícios corporais.

O tratamento com psicólogo é realizado através de encontros periódicos – que costumam ser semanais ou quinzenais – e, normalmente, possui duração fixa para cada sessão. A terapia pode levar o tempo que o paciente achar necessário para sentir-se confortável e seguro de que alcançou os resultados desejados.

O objetivo principal do tratamento com psicólogo, através de conversas francas e transparentes, não é a diminuição dos sintomas, mas o entendimento do que está causando a doença, melhorando  a qualidade de vida do paciente, proporcionando autoconhecimento, avançando nos relacionamentos interpessoais e no trabalho, dando ao paciente a capacidade para lidar com as adversidades de forma mais equilibrada.

A função do Psiquiatra 

O psiquiatra tem a capacidade de identificar, diagnosticar e indicar tratamentos com o uso de medicamentos para transtornos mentais. Nos casos de doenças mentais graves, como, por exemplo, a esquizofrenia, o autismo e a depressão, a participação de um psiquiatra é fundamental.

O tratamento também se dá através de encontros entre o profissional e o paciente, mas estes ocorrem, na maioria dos casos, mensalmente e com um acompanhamento clínico. A indicação de medicamentos ocorre para tratar os sintomas que impedem o paciente de ter uma vida satisfatória. Tendo como objetivo a redução de ocorrências que não fazem bem com o intuito de melhorar a qualidade de vida do paciente.

A duração da psicoterapia e do tratamento psiquiátrico por meio de medicamentos depende de muitos fatores. Entre eles estão a reação aos medicamentos, a efetiva participação do paciente nas sessões e a gravidade de cada caso.

Como saber qual profissional escolher? 

É importante destacar que a psicologia não trata apenas e necessariamente transtornos psiquiátricos. Esse profissional também ajuda pessoas que estão passando por uma fase difícil na vida ou que estão buscando algum tipo de orientação emocional, pessoal, profissional ou social. Luto, problemas na família ou no emprego, separação e outras dificuldades são indicativos para o tratamento com um psicólogo.

Esse profissional também pode ajudar no tratamento de quadros psiquiátricos. É nesse momento que o trabalho em conjunto com o psiquiatra se faz necessário, e os dois precisam atuar para oferecer tratamento, cura e prevenção para a doença.

Se o paciente está se sentindo mais ansioso que o normal, enfrentando medos crescentes e com sintomas físicos por causa de ansiedade, estresse ou depressão, pode ser um forte indicativo para a procura de um psiquiatra. Se não houver disposição para realizar as atividades diárias, muita tristeza e desânimo, é provável que a pessoa esteja em um quadro psiquiátrico, que precisa ser avaliado e diagnosticado por um profissional da área, que fará o encaminhamento para um psicólogo.

O mais importante é buscar ajuda, lembrando que, psicólogo e psiquiatra trabalham juntos no desenvolvimento e na recuperação do ser humano. São atuações complementares e que muitas vezes precisam uma da outra para que os resultados desejados sejam atingidos. Um profissional capacitado saberá dizer se há indicativo para tratamento com psicólogo ou com psiquiatra.

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Sinais de que o nosso psicológico precisa de cuidados

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Com a correria do dia a dia, nem sempre damos a devida atenção ao nosso psicológico e, muitas vezes, só procuramos ajuda especializada quando nos encontramos em uma situação grave, como: crises de pânico, delírios, pensamentos suicidas e surtos.

Segundo um relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) , uma pessoa entre quatro será afetada por problemas mentais ou neurológicos em algum momento de suas vidas. Por isso, cuidar da saúde mental é tão importante quanto o cuidado com a saúde física. Ela é essencial para ter uma qualidade de vida melhor e evitar transtornos mentais.

É importante lembrar que o tratamento psicológico é recomendado não só para quem está com um problema emocional aparente, mas também para todas as pessoas que desejam se conhecer melhor e buscar equilíbrio em qualquer campo da vida — seja pessoal ou profissional. Descubra, neste artigo, alguns sintomas que indicam o momento de procurar o auxílio de um profissional.

Sinais de alerta 

Por ano, no Brasil, milhares de pessoas são diagnosticadas com doenças psicológicas. Esses diagnósticos são diversos, e vão desde transtorno de ansiedade generalizada e depressão, até mesmo a esquizofrenia, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), bipolaridade, transtornos de personalidade, etc. Conheça alguns sintomas que podem indicar que você precisa cuidar do seu psicológico.

1. Emoções intensas – Todo ser humano se sente triste ou fica nervoso diante de determinadas situações nas diferentes fases da vida. Apesar disso, é preciso prestar atenção na intensidade e frequência das suas emoções. Quando os sentimentos paralisam e causam danos, eles devem ser investigados.

Quem deixa de procurar apoio pode desenvolver ansiedade e ter dificuldade para tomar decisões importantes por medo ou pânico. Isso acontece porque alguns indivíduos têm uma percepção equivocada em relação a um acontecimento e passam a enxergá-lo como algo muito maior do que realmente é.

2. Pensamento fixo em traumas – Um acidente, uma perda, uma separação são eventos que marcam as nossas vidas e podem nos deixar traumatizados. Se, ao longo das semanas ou mesmo meses, você se der conta de que não para de pensar nesses acontecimentos, é necessário procurar ajuda profissional.

3. Desmotivação – A falta de motivação diária deixa a gente cada vez mais triste e desconectado das pessoas e dos acontecimentos. Quando estamos desmotivados, perdemos o interesse pelas pessoas, pelo trabalho e até mesmo pelas atividades de que mais gostamos.

Inclusive, a desmotivação pode ser um indício de depressão. Pessoas que dormem demais e não querem sair da cama quando acordam também podem estar depressivas. A terapia é fundamental para descobrir a razão do problema, bem como a sua solução.

4. Variação de humor constantemente – Um dia você está muito feliz, no outro extremamente triste. Se isso acontece com frequência, é preciso examinar a causa da variação de humor. Em muitas situações, o paciente é diagnosticado com algum tipo de transtorno emocional.

5. Baixo rendimento no trabalho – Em muitos casos, os problemas pessoais acabam interferindo na vida profissional. O contrário também pode acontecer. Quando não estamos bem, perdemos a atenção mais facilmente e temos dificuldade para nos concentrar nas nossas atividades.

A situação tende a se agravar quando o rendimento no trabalho cai por um longo período, o que pode colocar em risco o próprio emprego. Nesse caso, fazer terapia pode ser a única maneira de solucionar as questões emocionais para encontrar um rumo para a vida pessoal e profissional.

6. Problemas com sono e falta de apetite – Alguns transtornos psicológicos como transtornos de humor, transtornos de ansiedade, síndrome do pânico e alcoolismo  estão associados com distúrbios do sono e falta de apetite, que são sintomas muitas vezes ignorados.

Não conseguir dormir de vez em quando, ou ter insônia depois de um dia agitado, é normal. Mas quando esse problema se torna uma rotina é o momento de procurar ajuda.

7- Relações difíceis – Nenhum evento novo aconteceu, mas, ainda assim, você está com dificuldades para se relacionar com o seu parceiro? Anda impaciente com os seus filhos? As brigas em casa estão cada vez mais frequentes? Qual é a razão para o desgaste nas relações?

Muitas vezes, nem mesmo a gente sabe compreender o que está sentindo ou identifica as próprias emoções. Esse é um bom momento para se conhecer melhor, mudar o comportamento e ampliar os horizontes. Nesse sentido, o apoio profissional será fundamental para melhorar a sua relação com o outro.

O tratamento psicológico é indicado não só para quem tem um problema emocional grave, mas também para todos os indivíduos que buscam lidar da melhor maneira possível com as dificuldades diárias. Portanto, qualquer pessoa pode e deve fazer terapia.  Se você identificar algum dos sintomas mencionados, agende uma consulta com um psicólogo.

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Síndrome de Burnout: trabalho além do limite

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Para o Ministério da Saúde, a síndrome de Burnout é um distúrbio emocional provocado pelo excesso de trabalho, principalmente o trabalho não satisfatório, desgastante, muito competitivo ou que demande grandes níveis de responsabilidade.

Ficar cansado após uma semana intensa de trabalho não costuma ser preocupante. Mas é preciso ficar atento aos sinais que o corpo apresenta, pois exaustão e estresse em excesso podem indicar a síndrome do esgotamento profissional, como também é conhecida. Essa condição pode ser bastante prejudicial à saúde emocional do indivíduo e vir acompanhada de sensação de incapacidade para lidar com as tarefas profissionais.

Com o acesso à internet universalizado, muitas pessoas já ouviram falar no termo. Mas você sabe, ao certo, o que é essa síndrome, quais sintomas ela causa e como tratá-la? Confira sobre o assunto neste artigo!

O que é Síndrome de Burnout?

A síndrome de Burnout é um distúrbio psíquico causado pelos altos níveis de estresse e pelo estado emocional desequilibrado, desenvolvidos a partir de condições de trabalho desgastantes.

Normalmente, pessoas que desenvolvem este transtorno, são profissionais que  precisam demonstrar constantemente um elevado grau de desempenho, e medir sua autoestima pela capacidade de sucesso e de alcançar conquistas. E a sua satisfação termina quando seu talento e desempenho não são reconhecidos.

Nestas condições, estes objetivos se transformam em compulsão, até que o organismo entre em colapso. A pessoa começa a sofrer com problemas psicológicos, desgaste físico e exaustão, e os sintomas começam a surgir por conta do acúmulo de tarefas, pressão, exigências e responsabilidades proporcionadas pela grande demanda de trabalho.

O distúrbio também pode afetar profissionais que atuam constantemente sob pressão, em longas jornadas de trabalho, em ambientes de competitividade ou de grande responsabilidade. Desta forma, a síndrome atinge com mais frequência médicos, professores, policiais, jornalistas e demais profissionais que enfrentam dupla jornada.

Quais são os sintomas?

A síndrome de Burnout costuma ter três principais características: exaustão, menor identificação com o trabalho e sensação de redução da capacidade profissional. Além de apresentar sintomas físicos e mentais como:

  • Dor de cabeça frequente;
  • Alterações no apetite;
  • Insônia;
  • Dificuldades de concentração;
  • Sentimentos de fracasso e insegurança;
  • Negatividade constante;
  • Sentimentos de derrota e desesperança;
  • Sentimentos de incompetência;
  • Alterações repentinas de humor;
  • Isolamento;
  • Fadiga;
  • Pressão alta;
  • Dores musculares;
  • Problemas gastrointestinais;
  • Alteração nos batimentos cardíacos.

Como é o tratamento da Síndrome de Burnout? 

O tratamento para a Síndrome de Burnout deverá ser feito por um psiquiatra ou psicólogo. Indica-se que o paciente faça psicoterapia para poder identificar a causa geradora principal da síndrome e, assim, desenvolver mecanismos para vencê-la. Em casos mais severos, são indicados antidepressivos e ansiolíticos.

Para auxiliar no tratamento, é recomendado a prática de atividades físicas, pois elas aliviam o estresse diário, colaborando para o controle dos sintomas. Se possível, também se indica que o paciente tire férias do trabalho e passe mais tempo com familiares e amigos. O período do tratamento irá depender das possibilidades do paciente para modificar suas condições de trabalho e seu estilo de vida.

O estresse que provoca a síndrome pode estar diretamente relacionado ao seu trabalho, mas outros traços de personalidade ou estilo de vida podem contribuir. Perfeccionismo e pessimismo, por exemplo, podem agravar o quadro.

Lembre-se de priorizar seus momentos de lazer, hobbies e diversão, procurando sempre equilibrar as emoções da vida profissional e da vida pessoal. Se você identificar alguns dos sintomas da síndrome de Burnout, procure um especialista.

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Atendimento online é bom para todos, inclusive você!

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Com o início da pandemia de Covid-19, houve um aumento considerável na procura por atendimentos online, principalmente o atendimento médico, para conter a sobrecarga nos hospitais e o avanço das contaminações da doença.

O Conselho Federal de Medicina permitiu desta forma,  a utilização do método de consulta médica à distância no Brasil via telemedicina (teleatendimento), garantindo uma maior segurança aos pacientes e médicos.
Neste artigo, falaremos sobre esta modalidade e os benefícios deste serviço. Confira!

O futuro da telemedicina no Brasil

No caso da telemedicina, um dos atendimentos online mais procurados atualmente, a tendência é que após a pandemia do Coronavírus essas experiências que estão sendo testadas no Brasil sejam de fato implementadas na prática médica.

A telemedicina tem se tornado também  uma alternativa ao problema de distribuição de especialistas. Com videoconferências e outras tecnologias, médicos realizam exames e ajudam na elaboração de laudos de pacientes que vivem em regiões com falta de profissionais. Auxiliando no tratamento de doenças para quem vive em regiões mais afastadas.

E para você, que é profissional na área da saúde, o seu mercado pode virar global. Ou seja, através da consulta online você poderá atender não só as pessoas da sua cidade, mas de qualquer parte do mundo! Já pensou nisso?

Quais os benefícios do atendimento online?

O domínio das ferramentas de comunicação é também um fator indiscutível, é extremamente importante que os profissionais que oferecem esse tipo de atendimento online estejam familiarizados com suas novas ferramentas de trabalho.

Conheça a seguir alguns benefícios da prestação de serviços de atendimento online através da teleconsulta.

Mais acessibilidade – O atendimento online amplia o mapa de assistência, alcançando pacientes de todas as regiões do país independente de sua localização. As teleconsultas ampliaram a acessibilidade aos atendimentos referentes à saúde física e mental.

Mesmo a distância é possível fazer diagnósticos, testes psicológicos e acompanhamento, esses profissionais estendem sua atuação e passam a alcançar pessoas que não teriam como ter acesso a esses cuidados de uma outra maneira.

Diminuição da necessidade de deslocamento – Graças ao uso das tecnologias da comunicação como forma de interação entre profissionais da área de saúde  e seus pacientes, não há necessidade alguma de deslocamento nem do profissional, nem da pessoa que será atendida.

Isso facilita bastante, em especial para redução de custos e do tempo de espera, fazendo com que diagnósticos sejam realizados de maneira precoce, o que contribui para recuperação rápida do paciente e da sua saúde, desempenho e qualidade de vida.

Beneficia o relacionamento com o paciente. Não podemos discordar que o atendimento online gera um afastamento físico. Contudo, em um mundo onde todos nós mantemos relações online, tanto afetivas, como de trabalho, não há dúvida de que é possível a adaptação. Além disso, há ainda benefícios nessa nova maneira de se relacionar, em especial se olharmos para o lado do paciente.

Melhora no acompanhamento de pacientes – Com fácil acesso através do atendimento online com o profissional,  diante de qualquer anormalidade, o paciente poderá contatar com facilidade o seu médico, evitando complicações.

Neste contexto, tratando-se especialmente de saúde mental tal atendimento é extremamente importante, já que muitas doenças se manifestam por meio de crises esporádicas que devem ser controladas o mais rápido possível.

Prevenção de infecções – O atendimento online evita aglomerações e reduz o contato do indivíduo com outros doentes, diminuindo a necessidade de visitas a clínicas e hospitais. Em tempos de coronavírus, um vírus transmitido facilmente por gotículas respiratórias, a possibilidade de orientação médica e psicológica à distância é a solução para quem deseja evitar ao máximo a contaminação.

Além de todos esses benefícios, é importante mencionar que, a todo momento surgem estudos que comprovam a eficácia do atendimento a distância, aumentando a confiabilidade desse tipo de tratamento. Lembre-se, o atendimento online é bom para todos, inclusive você!

O atendimento online é permitido e regulamentado em diferentes áreas da saúde. Assim, médicos, psicólogos, psicopedagogos, profissionais de educação física, fonoaudiólogos, nutricionistas, fisioterapeutas e neuropsicólogos podem oferecer o atendimento online.

A teleconsulta representa uma conquista tanto para médicos como para a população de maneira geral. Embora a possibilidade tenha sido implementada de maneira lenta e discreta até a chegada da pandemia, e a novidade venha acompanhada de novas responsabilidades e desafios, todo o esforço e investimento representam uma grande conquista.

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Ansiedade: quando se torna um transtorno?

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Problemas de saúde mental têm se tornado cada vez mais comuns em todo o mundo. A ansiedade, por exemplo, atinge mais de 260 milhões de pessoas. Aliás, o Brasil é o país com o maior número de pessoas ansiosas: 9,3% da população, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Neste sentido, fatores socioeconômicos, como pobreza e desemprego, e ambientais, como o estilo de vida em grandes cidades, podem ser a causa da doença em alguns casos.

A ansiedade é uma reação que todo indivíduo experimenta diante de algumas situações do dia a dia, como falar em público, expectativa para datas importantes, entrevistas de emprego, vésperas de provas, exames de saúde entre outras. Contudo, algumas pessoas vivenciam esta reação de forma mais frequente e intensa, que pode ser considerada patológica e comprometer a saúde emocional.

Quantas vezes a ansiedade já lhe impediu de fazer algo ou prejudicou a sua vida? Conheça suas causas, seus sintomas e quando a ansiedade se torna um transtorno.

O que é ansiedade?

A ansiedade é uma reação natural, instintiva do nosso corpo. Ao longo da nossa evolução, desenvolvemos a capacidade de entrar em estado de alerta quando nos sentimos expostos aos riscos e ameaças. Mas, nem sempre a interpretação de que algo oferece perigo está correta, deixando-nos extremamente ansiosos, de forma desproporcional ao risco envolvido.

Todos experimentamos a ansiedade em algum momento do dia. Até certo ponto, ela é considerada positiva, porque nos leva a uma organização prévia e nos impulsiona a agir.

Observe que quando você está ansioso, você tende a ficar mais agitado que o normal. Sempre que existe um compromisso marcado, que você precisa se preparar para algum evento, reunião ou deve tomar alguma decisão importante, você provavelmente ficará mais inquieto.

Ansiedade Patológica

Diferente da ansiedade natural que todos nós possuímos,  a ansiedade patológica tem o efeito contrário.  Pessoas com esse tipo de ansiedade acabam não conseguindo executar tarefas simples do dia a dia, como ir ao trabalho ou fazer uma pesquisa para a faculdade, porque se sentem ansiosas demais e acabam bloqueando na hora de desenvolvê-las.

A ansiedade patológica deve ser tratada rapidamente, pois de acordo com os estímulos que causam o medo e o estado de hipervigilância, acabam desencadeando transtornos que podem incluir,  por exemplo, o estresse pós traumático, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), fobia social ou fobias específicas,  síndrome do pânico, ansiedade generalizada entre outros.

Os transtornos de ansiedade delimitam quando esta emoção se torna patológica, devido ao seu grau de intensidade e aos prejuízos gerados a curto e longo prazo para o indivíduo afetado. Por este motivo, é considerado um problema quando:

  • Surge em momentos indevidos;

  • Ocorre com frequência;

  • É tão intensa e duradoura que interfere com as atividades habituais da pessoa.

Sintomas do Transtorno de Ansiedade

É muito importante destacar que os sintomas são diversos e variam de pessoa para pessoa. Quando a ansiedade é um problema patológico, é normal que a pessoa sinta insônia, dor no peito, arritmia cardíaca e falta de ar. Algumas pessoas também relatam formigamentos na pele e visão escurecida quando estão em uma crise. Conheça alguns sintomas psicológicos e físicos:

Sintomas psicológicos – Pessoas com ansiedade tendem a apresentar sensações como dificuldade de concentração, excitabilidade, hiperatividade, excesso de medo ou de agitação, pensamentos de catástrofe, preocupação exagerada, isolamento social, dificuldade de esquecer o que a aflige, insônia, falta de confiança diante de momentos que fujam do previsto e falta de estabilidade emocional quando algo foge ao planejado.

Sintomas físicos – Aumento da pressão sanguínea, hiperventilação, palpitações, aceleração dos batimentos cardíacos, forte dor no peito, sudorese, falta de ar, ondas de calor, tremores, calafrios, dor de estômago, diarreia, musculatura tensa, sensação de desmaio.

Os transtornos de ansiedade trazem problemas não só fisicamente, mas em muitas áreas da vida do indivíduo, como na vida social e na vida profissional.

Diagnóstico e tratamentos

O diagnóstico da ansiedade é clínico, ou seja, baseado na análise dos sintomas. Não há exames que confirmem o transtorno, mas, como muitos pacientes têm sintomas físicos, como taquicardia e falta de ar, um médico pode solicitar alguns testes para descartar outras doenças.

O tratamento inclui psicoterapia e, em alguns casos, medicamentos. Ainda que você sinta que pode controlá-la por um tempo, um psicólogo irá ajudá-lo a compreendê-lo, que é o primeiro passo para controlá-la. Ele auxilia a encontrar o que, na sua vida, pode estar causando essas reações e quais consequências práticas a ansiedade está trazendo para você.

Se você está  ansioso ou identificou alguns dos sintomas mencionados, não hesite em buscar ajuda para aprender as melhores soluções contra a ansiedade e seus transtornos. Não deixe essa tensão se transformar em um problema. Você pode marcar uma consulta online através do nosso site. Conte conosco!

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Como a falta de tempo pode afetar a sua saúde?

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As rotinas estão cada vez mais corridas, principalmente nas grandes cidades e com o último ano marcado pela pandemia da covid – 19, com o home office, aulas remotas e uma concentração de tarefas em um só lugar. Para muitas pessoas, em vez de sobrar tempo, faltou. O excesso de trabalho ou a tensão causada pela falta dele também são, sem dúvida, algumas das principais razões para a elevação dos níveis diários de estresse atualmente.  Se em algum momento você já sentiu como se houvesse uma falta de tempo e vive sempre preocupada, apressada, pensando no que está por vir, e quanto mais tenta acompanhar essa demanda, mais frustrada se sente. Fique tranquila, você não é a única. Não importa quais sejam as tarefas que preencham o dia a dia, a sensação é sempre a mesma: será que estou cuidando da saúde o suficiente?

Desafios da vida moderna 

Dias corridos no trabalho e uma nova rotina em home office, a necessidade de se destacar profissionalmente ou até mesmo manter a vaga em meio a pandemia. Essa busca faz com que o profissional acumule compromissos e tente produzir cada vez mais.  Outros fatores frequentes da nossa atualidade como o trânsito, a violência, a instabilidade financeira, a correria do dia a dia estão elevando os níveis de estresse diários que podem acabar alterando nossa mente. No final dessa sentença, o resultado é a falta de tempo no mundo moderno e a total falta de perspectivas de como resolver isso. Temos que nos adaptar a essas mudanças, nos preocupando sempre com nosso bem estar.  O nosso desafio diante dessas mudanças da vida moderna é buscar o equilíbrio, sabendo aproveitar o que essas modificações trazem, sem deixar que nossa saúde física e mental sejam prejudicadas.

Impactos na saúde física e mental

Pressa, ansiedade, urgência, um estado de alerta constante e a impressão que não há tempo para fazer tudo que é preciso. Essas são as principais sensações decorrentes da falta de tempo. Essas emoções podem desencadear quadros de transtornos de humor e ansiedade. O estresse é um mecanismo normal do corpo. As substâncias liberadas (como a adrenalina e o cortisol) diante de situações estressantes têm importante papel para o organismo reagir àquela situação. Mas a liberação dessas substâncias de forma crônica e excessiva pode causar alterações no metabolismo e na saúde mental. A maioria das pessoas com altos níveis de estresse se queixam de dores generalizadas — de cabeça, na coluna cervical, na lombar. Apresentam também tremores nas extremidades, visão turva. Quanto maior a exposição a esse tipo de situação, maior será o risco de desenvolver hipertensão arterial, diabetes, fibromialgia e distúrbios na tireoide, entre outros. Também pode ocorrer diversas mudanças no organismo, principalmente no metabolismo e alterações no sono.

Como organizar melhor o seu tempo

Você pode começar modificando alguns costumes prejudiciais. Principalmente aqueles que você já sabe que fazem mal a sua saúde. Como por exemplo, tornar hábitos alimentares mais saudáveis, adotar a prática de exercícios físicos e descrever todas as atividades diárias em uma agenda, para verificar, organizar e otimizar melhor o seu dia. Confira outras dicas!

1. Defina objetivos a curto prazo: Escreva as suas metas mensais, tanto profissionais quanto pessoais, aliviará a sua tensão diária no trabalho. Perceber que se está trabalhando para um objetivo de vida faz com que a tensão seja extinta. Equilibre as suas metas/objetivos entre lazer e responsabilidade. A chave é o equilíbrio.

2. Faça atividades que fujam da rotina: É importante incluir na sua semana atividades que não tenham a ver com a sua carreira. É importante se dedicar a algo que goste, que sinta prazer em realizar. Como por exemplo, aprender um novo idioma, ler, ir ao cinema, fazer aulas de dança, aprender a tocar um instrumento.

3. Diminua o uso da tecnologia: O uso excessivo do smartphone e outros aparelhos tecnológicos têm causado doenças e dependência. Limite a quantidade de tempo que irá ficar exposto a eles. Caminhe um pouco, tenha contato com a natureza, e fique próximo de pessoas positivas.

4. Faça atividades físicas regulares: A prática de atividades é de extrema importância para aliviar o estresse e a tensão cerebral, além de fazer com que o indivíduo se “desligue” no momento do exercício das responsabilidades. A mente fica em um estado mais relaxado.

5. Defina o que é importante e o que é urgente: Entender a diferença entre importância e urgência deixa muito mais simples e fácil fazer essa classificação. Uma atividade é urgente quando tem um prazo de conclusão curto ou quando esse período está perto de expirar ou está atrasado. Já a importância não tem a ver com tempo limite, e sim com a consequência e o impacto de algo na sua vida. Quanto mais algo impactar e tiver o poder de mudar a sua vida ou sua carreira, mais essa atividade será importante. Lembre-se que, qualidade de vida é estar bem consigo e tudo o que o cerca, mantendo o equilíbrio e a felicidade mesmo em circunstâncias adversas. Portanto, nada melhor que aprender desde cedo o quanto é importante e faz bem manter os cuidados com a sua saúde. Mudando seu estilo de vida, mesmo que de forma gradual, você colherá muitos benefícios. Experimente!

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Saúde emocional vai além de sorrir sempre

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Os cuidados com a saúde física já são um assunto comum até mesmo entre as pessoas mais “rebeldes” quando o assunto é alimentação saudável e praticar exercícios físicos, que são medidas básicas. Porém, falar de saúde emocional ainda é motivo de preconceito para muitas pessoas, por acreditarem que só se consulta com um profissional quem tem problemas psicológicos ou é taxado por termos que preferimos não mencionar aqui.

Por outro lado, ter uma boa saúde mental também não significa estar sempre “de bem com a vida”, como se problemas, aborrecimentos e situações desfavoráveis não existissem. Ficou surpreso? Então leia esse post até o final!

O que é saúde emocional?

Como o próprio nome sugere, a saúde emocional tem a ver com nossa mente, nosso lado não físico, mas igualmente necessitado de cuidados e atenção. Porém, é comum deixar as questões psicológicas de lado e interferir de forma negativa na rotina, podendo levar ao adoecimento.

O assunto saúde mental ainda é um tabu para muitos, pois ao longo da história ter algum transtorno ou mesmo fazer terapia foi erroneamente associado a termos negativos como “maluco” e ninguém quer ser chamado desta maneira.

No entanto, apesar dos esforços das autoridades em saúde para desmistificar este assunto e introduzi-lo no dia a dia da população, muitas pessoas ainda não entenderam que ter uma mente saudável não significa apenas estar livre de um diagnóstico de depressão, transtorno bipolar ou esquizofrenia, por exemplo.

Tem muito mais a ver com equilíbrio e saber lidar de forma adequada com as surpresas da vida e coisas que não podemos controlar. Podemos citar perdas, frustrações, mudanças repentinas, medo, insegurança, estresse e tantos outros aspectos.

Para isso, é importante trabalhar o autoconhecimento, ou seja: saber como você é de verdade, o que te agrada ou desagrada; te deixa ansioso ou tranquilo; faz sentir-se bem ou mal, etc.

Assim, saúde emocional é um aspecto humano formado por diferentes elementos e que pode sofrer influência de ações externas como as atitudes de terceiros.

Sinais de que sua saúde emocional não vai bem

Quando se trata do corpo, é mais fácil perceber sinais e sintomas de que algo não vai bem. Afinal, uma dor ou ferida aberta é fácil de identificar, concorda?

Já as mudanças trazidas por questões emocionais, além de estarem diretamente ligadas a como a pessoa se sente, aparecem constantemente no comportamento, mas também podem manifestar sinais físicos. Assim, os indícios mais comuns de que sua saúde emocional precisa de cuidados são:

  • Desânimo;

  • Irritabilidade exagerada;

  • Alterações de sono;

  • Mudanças no apetite;

  • Mal-estar e dores de cabeça constantes;

  • Cansaço permanente;

  • Baixa imunidade;

  • Tensão muscular;

  • Desleixo com o autocuidado;

  • Chorar por pequenos motivos.

Dicas para preservar e melhorar a saúde mental

Para manter a mente sempre em condições saudáveis é importante investir em qualidade de vida, adotando hábitos saudáveis e priorizando sempre seu bem-estar. Algumas dicas são:

  • Pratique atividade física;

  • Diga não sempre que for preciso;

  • Reserve um tempo para cuidar de si mesmo;

  • Tenha momentos de lazer com regularidade;

  • Priorize uma alimentação saudável;

  • Não leve trabalho para casa;

  • Esteja sempre com as pessoas que ama;

  • Faça terapia.

Dar atenção à saúde emocional não é uma simples opção, é uma necessidade!

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O que é Depressão?

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A depressão afeta 5% da população Brasileira e de acordo com a Organização Mundial da Saúde, existe estimativa para que esse transtorno se torne a principal causa da busca pelos serviços de saúde em até 2030.

Fatores que causam a Depressão

Existem diversos fatores que causam a depressão, entre eles o biológico, psicológico e inclusive questões sociais.

Tratamentos Psicológicos e Medicamentosos

Atualmente, existem uma infinidade de tratamentos psicológicos e medicamentosos com eficiência comprovada através de estudos científicos, o problema ainda é o desconhecimento da população diante desse transtorno e seus tratamentos.

 

Somente Medicamentos podem não ser a solução para depressão.

Por se tratar de algo intangível, isto é, não se pode ver ou tocar, a pessoa que sofre desse transtorno, geralmente se sente desvalidada, descreditada pela maioria das pessoas de seu convívio social.

A Depressão existe

A depressão existe! E está presente, e infelizmente gera cada vez mais vitimas a cada dia, principalmente em um mundo aonde as exigências estão cada vez mais altas e inalcançadas.

Nem todas as pessoas que terão depressão ao longo de suas vidas precisaram ir a um profissional médico e psicólogo, algumas conseguirão resolver conversando com amigos, familiares ou com auxílio de sua Fé.

Mas para a aquelas que não conseguem sair dela sozinha, não precisam se sentir fracas, ou incapazes em buscar ajuda de um profissional. Existem tratamentos que podem auxiliar para ter uma qualidade de vida melhor.

Psicólogo ou Psiquiatra?

Ambos os dois profissionais estão preparados para diagnosticar e tratar o transtorno, no entanto, o psiquiatra lida com as questões mais voltadas ao biológico e medicamentosos, e o psicólogo com questões psicológicas e sociais que implicam ao adoecimento e seus sintomas, os dois são importantes.

Precisa de ajuda, então procure a gente

Se precisar de ajuda para passar por isso, pode contar com a EgoLife! Oferecemos serviços em psicologia e psiquiatria disponíveis na região de São Paulo próximo do Metrô Borba Gato!

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15 Sinais de um Relacionamento Tóxico

Por: Laura Potrich

Quando nos envolvemos com alguém, não imaginamos estar em um relacionamento tóxico, pois nem sempre nos damos conta de algumas características nocivas desta pessoa. Estamos tão envolvidos emocionalmente que ignoramos os sinais que são dados desde o início.

E depois de um tempo, quando o encantamento diminui, e faz parecer que as lentes dos nossos óculos da vida começam a desembaraçar, nos damos conta que estamos em um relacionamento recheado de brigas, discussões e ao nosso lado está alguém que não nos completa, nem mesmo nos faz feliz.

Mas mesmo assim, sentimos que há algo que nos prende a esta pessoa.

O que é relacionamento tóxico?

O relacionamento tóxico pode ser resumido pelo desejo de controlar o parceiro(a) pelo só desejo de controlar, de tê-lo apenas para si. Esse comportamento surge aos poucos, sutilmente, e vai passando dos limites, causando sofrimento e dor.

Se o seu relacionamento apresenta algum dos sinais abaixo, talvez você esteja vivendo em um relacionamento tóxico. Fique atento e procure ajuda.

Sinais do relacionamento tóxico

1 Acúmulo de chateações:

Ao invés de conversarem sobre algum incômodo na relação, vocês guardam as informações, deixando isso virar uma grande bola de neve, e optam por revelar esses incômodos em um momento oportuno, quando outra discussão vem à tona.

Se na hora que acontecer a situação desconfortável você não se sentir confortável para falar, deixe a poeira baixar e converse. Ficar acumulando todos os vacilos e soltar de uma vez só, não vai resolver nada.

2 Crítica desmedida:

No início do relacionamento até achamos que encontramos a pessoa perfeita. Mas na verdade esta perfeição não existe. As críticas são naturais e acontecem, porém, quando feitas de maneira desmedida tornam a relação tóxica.

Já parou para refletir se as críticas que você recebe são para lhe diminuir? Se sim, não permita que isso aconteça.

3 Energia negativa:

Se você, ao estar com seu parceiro ou sua parceira sente um certo desconforto, um clima tenso, se você está em constante estado de ansiedade e não consegue fazer nada direito, estes são sinais de que a energia entre vocês é pesada e negativa. Ou seja, estás vivendo um relacionamento tóxico.

4 Você fica “pisando em ovos” quando estão juntos:

Quando vocês passam muito tempo juntos, você começa a sentir-se ansioso(a)) querendo ir embora, porque pensa que a qualquer momento pode começar uma briga entre vocês? Você fica “pisando em ovos” porque ele/ela pode explodir por qualquer motivo?

O parceiro(a) deve ser alguém que gostamos de estar junto. Mesmo com momentos de estresse e divergências não deve ser cercado pela angústia. É fundamental a confiança e o respeito, mesmo que vocês pensem diferente.

5 Você não é você mesmo:

Mudar faz parte do ser humano, e na maioria das vezes é muito positivo. Em um relacionamento não é diferente, mudar para a mesma direção é ótimo. Porém quando a mudança é para direção que você não quer, e que você acaba não se reconhecendo como pessoa, é um sinal de alerta.

Faça um teste: se você se comporta diferente quando está com seus amigos e sem seu companheiro(a) e eles percebem isso, é sinal de que a relação está intoxicada.

6 Sua relação traz à tona suas piores qualidades:

Você vive em estado de tensão, a ponto de as pessoas não te reconhecerem mais, inclusive se afastarem de você. Provavelmente seu companheiro(a) está eliciando em você suas piores qualidades, aquelas que você as mantinha guardadas e raramente utilizava.

Se seus amigos estão te relatando que você está diferente de forma negativa, fique atento(a)!

7 Há uma constante luta pelo poder:

É normal discutir em uma relação, porém, quando essa discussão parece estar focada em quem vai ganhar a briga ao invés de resolver o conflito.

Se a preocupação de um dos dois é estar no controle mais do que resolver a situação, para que caminho esta relação está indo? Relacionamento é como gangorra, para os dois se darem bem é preciso que ela esteja equilibrada.

8 Frequentes crises de ciúme:

Para algumas pessoas o ciúme é sinal de proteção e amor. Mas existem outras formas mais saudáveis de cuidar, proteger e amar.

O ciúme indicam falta de confiança. E como manter relação saudável sem confiança? Em uma relação saudável você deve ter a liberdade de ser quem você é e confiar na pessoa. Vale lembrar que o ciúme obsessivo é uma doença e há tratamento para isso.

9 Você não enxerga o futuro da relação:

Não estou falando em ter planejamento a dois até o final dos seus dias. Mas é natural, em um relacionamento, que haja planos para curto e médio prazo, como por exemplo: a viagem das próximas férias.

Se você não consegue visualizar nada a dois, por que desperdiçar o seu tempo?

10 Você simplesmente não está feliz:

Se o seu relacionamento está tão pesado quanto aquele projeto difícil, ou aquela matéria que você precisa passar na faculdade, então, talvez, seja a hora de deixá-lo de lado.

Muitas vezes as coisas que planejamos não saíram conforme o pensado. Porém para estarmos em um relacionamento é preciso que tenhamos mais momentos de felicidade do que de ansiedade, preocupação, etc. Se você doa tudo de si e não recebe nada em troca, qual o sentido de ter alguém ao seu lado?

11 Não há apoio nas suas escolhas de vida ou metas:

Se você já ouviu comentários que seus sonhos e metas são estúpidos ou que você nunca vai alcançar seus objetivos, talvez tenha que rever sua relação.

Alguém que te quer bem, apoia suas decisões mesmo que não concorde com elas. Inclusive, a sua felicidade é importante para a pessoa que te ama.

12 Tudo é culpa sua:

Você é a raiz de todo mal. Qualquer coisa que dê errado é culpa sua. Ele/ela culpa você por todas as suas inseguranças, e é incapaz de pedir desculpas caso perceba que seu comportamento está errado. Isso é um grande sinal de alerta para o relacionamento tóxico.

13 Frequentes ameaças de término do relacionamento:

Esse é clássico! Esse jogo é cruel, sempre que o outro está insatisfeito ameaça romper o relacionamento. Isso pode acontecer principalmente se ele/ela sabe que você vai implorar para que ele não vá embora. Pessoas assim se alimentam da carência e inconscientemente procuram parceiros(as) que possam controlar.

14 Suspeitas acontecem o tempo todo:

Todo relacionamento precisa de um nível de privacidade. E para isso é fundamental confiar um no outro. Se ele/ela quer saber constantemente o que está rolando no seu espaço de privacidade, isto mostra um nível tóxico de controle.

É humilhante. O relacionamento é entre adultos, e não é necessário supervisão constante. E caso venha o sentimento de culpa depois que você disse a ele/ela que não o deixaria acessar suas coisas, este é um ponto crucial para que tu busques ajuda para sair desta relação.

15 Dependência:

Em um relacionamento tóxico há dependência do outro, tanto financeira, emocional ou física. Quando você dá sinais de que vai cuidar de si, o outro detesta e tentar manter você sob controle.

E por vezes, o outro faz você acreditar que não tem capacidade para realizar seus planos. Além de não dar atenção para seus sentimentos que não tenham relação com ele/ela.

Se você identificou alguns dos sinais acima no seu relacionamento, talvez esteja na hora de deixar ir, seguir o seu caminho sem esta pessoa.

Como se curar de um relacionamento tóxico?

De fato não é tarefa simples. Na maioria das vezes as pessoas negam a situação, e não enxergam o quão doentio é insistir em algo que prejudica tanto a saúde emocional, mental e física.

O primeiro passo para sair do relacionamento tóxico é aceitar que está dentro de um. O segundo passo é construir um sistema de apoio, deixando as pessoas se aproximarem e ajudarem.

É fundamental também o investimento no autoconhecimento, para conseguir enxergar o que te fez escolher se manter em um relacionamento assim.

Alguns exercícios que ajudam é desabafar escrevendo, ler livros de autoajuda, e o principal, procurar um psicológo para ressignificar o que foi vivido e construir um futuro melhor para as próximas relações.

Fonte: https://www.psicologiaviva.com.br

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