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Muito autista ou pouco autista?!?! Nãããããoooooo…

Entenda porque o autismo é um espectro e como identificar os sintomas e sinais

O autismo, ou Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), como é tecnicamente chamado, é uma condição de saúde caracterizada por prejuízos em três importantes áreas do desenvolvimento humano:

  • habilidades socioemocionais
  • atenção compartilhada
  • linguagem

Atualmente a ciência fala não só de um tipo de autismo, mas de muitos tipos diferentes, que se manifestam de uma maneira única em cada pessoa.

Para definir a grande abrangência do autismo, usa-se o termo “espectro”, pois há vários níveis de comprometimento, desde pessoas com outras doenças associadas (chamada de comorbidades), como deficiência intelectual, até pessoas que têm uma vida comum, independente, porém, algumas nem sabem que são autistas, pois jamais tiveram esse diagnóstico.

Causas genéticas

O autismo é um transtorno multifatorial do qual não se conhece o mecanismo da causa completamente. Um estudo publicado pelo JAMA Psychiatry em 17 de julho de 2019 sugere que 97% a 99% dos casos de autismo têm causa genética, sendo 81% hereditário. O trabalho científico, com 2 milhões de indivíduos, de cinco países diferentes, sugere ainda que de 18% a 20% dos casos tem causa genética somática (não hereditária). E o restante, aproximadamente de 1% a 3%, devem ter causas ambientais, pela exposição de agentes intrauterinos — como drogas, infecções, trauma durante a gestação (leia nosso artigo “Pesquisa confirma que autismo é quase totalmente genético; 81% é hereditário“). No início de 2020, um trabalho científico publicado na revista Cell, com base numa análise do sequenciamento genético de mais de 35.000 pessoas autistas e familiares, identificou 102 genes como sendo os principais relacionados ao autismo.

Após centenas de estudos — entre eles o norte-americano MSSNG, publicado em 2017, na revista científica Nature Neuroscience, considerado o maior programa de estudos genéticos em autismo no mundo, se sabe que testes genéticos podem detectar a causa em 10% a 40% dos casos de TEA dos EUA e Canadá, com taxa maior de detecção quando tecnologias de análises genéticas mais modernas são utilizadas em casos onde o autismo está associado a outros problemas de saúde e sinais clínicos. Como a ciência tem certeza da influência da genética no autismo, existem atualmente mais de mil de genes já mapeados e implicados como fatores de risco para o transtorno. Sendo 102 o número total dos principais genes relacionados ao autismo.

Sinais de autismo na infância

A partir de um ano e meio de idade, alguns sinais de autismo já podem aparecer, até mesmo mais cedo em casos mais graves. Há uma grande importância de se iniciar o tratamento o quanto antes — mesmo que ainda seja apenas uma suspeita clínica —, pois quanto antes iniciem-se as intervenções, maiores são as possibilidade de melhorar a qualidade de vida da pessoa. O tratamento psicológico com evidência de eficácia, segundo a Associação Americana de Psiquiatria, é a terapia de intervenção comportamental — aplicada por psicólogos. A mais usada delas é o ABA (sigla em inglês para Applied Behavior Analysis — em português, análise aplicada do comportamento). Como o tratamento para autismo é interdisciplinar, ou seja, além da psicologia, pacientes podem se beneficiar com intervenções de fonoaudiologia, terapia ocupacional, entre outros profissionais.

Listamos, a seguir, alguns desses sinais, mas é importante ressaltar que apenas três deles presentes numa criança de um ano e meio já justificam uma suspeita para se consultar um médico neuropediatra ou um psiquiatra da infância e da juventude. Testes como o M-CHAT (inclusive a versão em português) estão disponíveis na internet para serem aplicados por profissionais.

  • Não manter contato visual por mais de 2 segundos;
  • Não atender quando chamado pelo nome;
  • Isolar-se ou não se interessar por outras crianças;
  • Alinhas objetos;
  • Ser muito preso a rotinas a ponto de entrar em crise;
  • Não brincar com brinquedos de forma convencional;
  • Fazer movimentos repetitivos sem função aparente;
  • Não falar ou não fazer gestos para mostrar algo;
  • Repetir frases ou palavras em momentos inadequados, sem a devida função (ecolalia);
  • Não compartilhar seus interesses e atenção, apontando para algo ou não olhar quando apontamos algo;
  • Girar objetos sem uma função aparente;
  • Interesse restrito ou hiperfoco;
  • Não imitar;
  • Não brincar de faz-de-conta.

Atenção: estas informações não dispensam a consulta com especialistas para o diagnóstico
Fonte: tismoo

Veja também nosso artigo: Tudo sobre o autismo

Conheça nossos especialistas no diagnóstico e reabilitação de autistas, acesse linktr.ee/egolife

Ansiedade: quando se torna um transtorno?

ansiedade

Problemas de saúde mental têm se tornado cada vez mais comuns em todo o mundo. A ansiedade, por exemplo, atinge mais de 260 milhões de pessoas. Aliás, o Brasil é o país com o maior número de pessoas ansiosas: 9,3% da população, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Neste sentido, fatores socioeconômicos, como pobreza e desemprego, e ambientais, como o estilo de vida em grandes cidades, podem ser a causa da doença em alguns casos.

A ansiedade é uma reação que todo indivíduo experimenta diante de algumas situações do dia a dia, como falar em público, expectativa para datas importantes, entrevistas de emprego, vésperas de provas, exames de saúde entre outras. Contudo, algumas pessoas vivenciam esta reação de forma mais frequente e intensa, que pode ser considerada patológica e comprometer a saúde emocional.

Quantas vezes a ansiedade já lhe impediu de fazer algo ou prejudicou a sua vida? Conheça suas causas, seus sintomas e quando a ansiedade se torna um transtorno.

O que é ansiedade?

A ansiedade é uma reação natural, instintiva do nosso corpo. Ao longo da nossa evolução, desenvolvemos a capacidade de entrar em estado de alerta quando nos sentimos expostos aos riscos e ameaças. Mas, nem sempre a interpretação de que algo oferece perigo está correta, deixando-nos extremamente ansiosos, de forma desproporcional ao risco envolvido.

Todos experimentamos a ansiedade em algum momento do dia. Até certo ponto, ela é considerada positiva, porque nos leva a uma organização prévia e nos impulsiona a agir.

Observe que quando você está ansioso, você tende a ficar mais agitado que o normal. Sempre que existe um compromisso marcado, que você precisa se preparar para algum evento, reunião ou deve tomar alguma decisão importante, você provavelmente ficará mais inquieto.

Ansiedade Patológica

Diferente da ansiedade natural que todos nós possuímos,  a ansiedade patológica tem o efeito contrário.  Pessoas com esse tipo de ansiedade acabam não conseguindo executar tarefas simples do dia a dia, como ir ao trabalho ou fazer uma pesquisa para a faculdade, porque se sentem ansiosas demais e acabam bloqueando na hora de desenvolvê-las.

A ansiedade patológica deve ser tratada rapidamente, pois de acordo com os estímulos que causam o medo e o estado de hipervigilância, acabam desencadeando transtornos que podem incluir,  por exemplo, o estresse pós traumático, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), fobia social ou fobias específicas,  síndrome do pânico, ansiedade generalizada entre outros.

Os transtornos de ansiedade delimitam quando esta emoção se torna patológica, devido ao seu grau de intensidade e aos prejuízos gerados a curto e longo prazo para o indivíduo afetado. Por este motivo, é considerado um problema quando:

  • Surge em momentos indevidos;

  • Ocorre com frequência;

  • É tão intensa e duradoura que interfere com as atividades habituais da pessoa.

Sintomas do Transtorno de Ansiedade

É muito importante destacar que os sintomas são diversos e variam de pessoa para pessoa. Quando a ansiedade é um problema patológico, é normal que a pessoa sinta insônia, dor no peito, arritmia cardíaca e falta de ar. Algumas pessoas também relatam formigamentos na pele e visão escurecida quando estão em uma crise. Conheça alguns sintomas psicológicos e físicos:

Sintomas psicológicos – Pessoas com ansiedade tendem a apresentar sensações como dificuldade de concentração, excitabilidade, hiperatividade, excesso de medo ou de agitação, pensamentos de catástrofe, preocupação exagerada, isolamento social, dificuldade de esquecer o que a aflige, insônia, falta de confiança diante de momentos que fujam do previsto e falta de estabilidade emocional quando algo foge ao planejado.

Sintomas físicos – Aumento da pressão sanguínea, hiperventilação, palpitações, aceleração dos batimentos cardíacos, forte dor no peito, sudorese, falta de ar, ondas de calor, tremores, calafrios, dor de estômago, diarreia, musculatura tensa, sensação de desmaio.

Os transtornos de ansiedade trazem problemas não só fisicamente, mas em muitas áreas da vida do indivíduo, como na vida social e na vida profissional.

Diagnóstico e tratamentos

O diagnóstico da ansiedade é clínico, ou seja, baseado na análise dos sintomas. Não há exames que confirmem o transtorno, mas, como muitos pacientes têm sintomas físicos, como taquicardia e falta de ar, um médico pode solicitar alguns testes para descartar outras doenças.

O tratamento inclui psicoterapia e, em alguns casos, medicamentos. Ainda que você sinta que pode controlá-la por um tempo, um psicólogo irá ajudá-lo a compreendê-lo, que é o primeiro passo para controlá-la. Ele auxilia a encontrar o que, na sua vida, pode estar causando essas reações e quais consequências práticas a ansiedade está trazendo para você.

Se você está  ansioso ou identificou alguns dos sintomas mencionados, não hesite em buscar ajuda para aprender as melhores soluções contra a ansiedade e seus transtornos. Não deixe essa tensão se transformar em um problema. Você pode marcar uma consulta online através do nosso site. Conte conosco!

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Apoio Emocional para Crianças e Adolescentes

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Grupo de Apoio Emocional para Crianças e Adolescentes
Com foco em ansiedade e depressão para crianças e adolescentes
Primeira sessão gratuita

Quartas das 15h45 as 17h00
Idade entre 8 e 14 anos
Inscrição – preencher formulário
http://bit.do/grupoinfantil

 

O grupo Psicoterapêutico tem como finalidade dar apoio emocional, acolher e tratar casos de depressão e ansiedade, trabalhando diversas questões sociais e pessoais através de técnicas comportamentais da Análise do Comportamento. A psicoterapia com essa característica, pode colaborar no tratamento de diversas patologias derivadas da ansiedade como por exemplo, fobia social, medo de falar em público, timidez entre outros.

“Na situação de grupo terapêutico, a interação social entre os indivíduos promove auto-observação, autoconhecimento, mudanças nos indivíduos e, consequentemente, no próprio grupo” (Borges, Cassas & Cols. 2012)

Anderson Pacheco Lima é psicólogo pós-graduado em saúde coletiva com ênfase no Programa Saúde da Família, Mestrando em Gestão de Sistema de Saúde pela Universidade Nove de Julho. Utiliza a abordagem FAP (Análise Funcional do Comportamento) baseada nos preceitos do Behaviorismo Radical de Skinner.

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O que é Depressão?

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A depressão afeta 5% da população Brasileira e de acordo com a Organização Mundial da Saúde, existe estimativa para que esse transtorno se torne a principal causa da busca pelos serviços de saúde em até 2030.

Fatores que causam a Depressão

Existem diversos fatores que causam a depressão, entre eles o biológico, psicológico e inclusive questões sociais.

Tratamentos Psicológicos e Medicamentosos

Atualmente, existem uma infinidade de tratamentos psicológicos e medicamentosos com eficiência comprovada através de estudos científicos, o problema ainda é o desconhecimento da população diante desse transtorno e seus tratamentos.

 

Somente Medicamentos podem não ser a solução para depressão.

Por se tratar de algo intangível, isto é, não se pode ver ou tocar, a pessoa que sofre desse transtorno, geralmente se sente desvalidada, descreditada pela maioria das pessoas de seu convívio social.

A Depressão existe

A depressão existe! E está presente, e infelizmente gera cada vez mais vitimas a cada dia, principalmente em um mundo aonde as exigências estão cada vez mais altas e inalcançadas.

Nem todas as pessoas que terão depressão ao longo de suas vidas precisaram ir a um profissional médico e psicólogo, algumas conseguirão resolver conversando com amigos, familiares ou com auxílio de sua Fé.

Mas para a aquelas que não conseguem sair dela sozinha, não precisam se sentir fracas, ou incapazes em buscar ajuda de um profissional. Existem tratamentos que podem auxiliar para ter uma qualidade de vida melhor.

Psicólogo ou Psiquiatra?

Ambos os dois profissionais estão preparados para diagnosticar e tratar o transtorno, no entanto, o psiquiatra lida com as questões mais voltadas ao biológico e medicamentosos, e o psicólogo com questões psicológicas e sociais que implicam ao adoecimento e seus sintomas, os dois são importantes.

Precisa de ajuda, então procure a gente

Se precisar de ajuda para passar por isso, pode contar com a EgoLife! Oferecemos serviços em psicologia e psiquiatria disponíveis na região de São Paulo próximo do Metrô Borba Gato!

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15 Sinais de um Relacionamento Tóxico

Por: Laura Potrich

Quando nos envolvemos com alguém, não imaginamos estar em um relacionamento tóxico, pois nem sempre nos damos conta de algumas características nocivas desta pessoa. Estamos tão envolvidos emocionalmente que ignoramos os sinais que são dados desde o início.

E depois de um tempo, quando o encantamento diminui, e faz parecer que as lentes dos nossos óculos da vida começam a desembaraçar, nos damos conta que estamos em um relacionamento recheado de brigas, discussões e ao nosso lado está alguém que não nos completa, nem mesmo nos faz feliz.

Mas mesmo assim, sentimos que há algo que nos prende a esta pessoa.

O que é relacionamento tóxico?

O relacionamento tóxico pode ser resumido pelo desejo de controlar o parceiro(a) pelo só desejo de controlar, de tê-lo apenas para si. Esse comportamento surge aos poucos, sutilmente, e vai passando dos limites, causando sofrimento e dor.

Se o seu relacionamento apresenta algum dos sinais abaixo, talvez você esteja vivendo em um relacionamento tóxico. Fique atento e procure ajuda.

Sinais do relacionamento tóxico

1 Acúmulo de chateações:

Ao invés de conversarem sobre algum incômodo na relação, vocês guardam as informações, deixando isso virar uma grande bola de neve, e optam por revelar esses incômodos em um momento oportuno, quando outra discussão vem à tona.

Se na hora que acontecer a situação desconfortável você não se sentir confortável para falar, deixe a poeira baixar e converse. Ficar acumulando todos os vacilos e soltar de uma vez só, não vai resolver nada.

2 Crítica desmedida:

No início do relacionamento até achamos que encontramos a pessoa perfeita. Mas na verdade esta perfeição não existe. As críticas são naturais e acontecem, porém, quando feitas de maneira desmedida tornam a relação tóxica.

Já parou para refletir se as críticas que você recebe são para lhe diminuir? Se sim, não permita que isso aconteça.

3 Energia negativa:

Se você, ao estar com seu parceiro ou sua parceira sente um certo desconforto, um clima tenso, se você está em constante estado de ansiedade e não consegue fazer nada direito, estes são sinais de que a energia entre vocês é pesada e negativa. Ou seja, estás vivendo um relacionamento tóxico.

4 Você fica “pisando em ovos” quando estão juntos:

Quando vocês passam muito tempo juntos, você começa a sentir-se ansioso(a)) querendo ir embora, porque pensa que a qualquer momento pode começar uma briga entre vocês? Você fica “pisando em ovos” porque ele/ela pode explodir por qualquer motivo?

O parceiro(a) deve ser alguém que gostamos de estar junto. Mesmo com momentos de estresse e divergências não deve ser cercado pela angústia. É fundamental a confiança e o respeito, mesmo que vocês pensem diferente.

5 Você não é você mesmo:

Mudar faz parte do ser humano, e na maioria das vezes é muito positivo. Em um relacionamento não é diferente, mudar para a mesma direção é ótimo. Porém quando a mudança é para direção que você não quer, e que você acaba não se reconhecendo como pessoa, é um sinal de alerta.

Faça um teste: se você se comporta diferente quando está com seus amigos e sem seu companheiro(a) e eles percebem isso, é sinal de que a relação está intoxicada.

6 Sua relação traz à tona suas piores qualidades:

Você vive em estado de tensão, a ponto de as pessoas não te reconhecerem mais, inclusive se afastarem de você. Provavelmente seu companheiro(a) está eliciando em você suas piores qualidades, aquelas que você as mantinha guardadas e raramente utilizava.

Se seus amigos estão te relatando que você está diferente de forma negativa, fique atento(a)!

7 Há uma constante luta pelo poder:

É normal discutir em uma relação, porém, quando essa discussão parece estar focada em quem vai ganhar a briga ao invés de resolver o conflito.

Se a preocupação de um dos dois é estar no controle mais do que resolver a situação, para que caminho esta relação está indo? Relacionamento é como gangorra, para os dois se darem bem é preciso que ela esteja equilibrada.

8 Frequentes crises de ciúme:

Para algumas pessoas o ciúme é sinal de proteção e amor. Mas existem outras formas mais saudáveis de cuidar, proteger e amar.

O ciúme indicam falta de confiança. E como manter relação saudável sem confiança? Em uma relação saudável você deve ter a liberdade de ser quem você é e confiar na pessoa. Vale lembrar que o ciúme obsessivo é uma doença e há tratamento para isso.

9 Você não enxerga o futuro da relação:

Não estou falando em ter planejamento a dois até o final dos seus dias. Mas é natural, em um relacionamento, que haja planos para curto e médio prazo, como por exemplo: a viagem das próximas férias.

Se você não consegue visualizar nada a dois, por que desperdiçar o seu tempo?

10 Você simplesmente não está feliz:

Se o seu relacionamento está tão pesado quanto aquele projeto difícil, ou aquela matéria que você precisa passar na faculdade, então, talvez, seja a hora de deixá-lo de lado.

Muitas vezes as coisas que planejamos não saíram conforme o pensado. Porém para estarmos em um relacionamento é preciso que tenhamos mais momentos de felicidade do que de ansiedade, preocupação, etc. Se você doa tudo de si e não recebe nada em troca, qual o sentido de ter alguém ao seu lado?

11 Não há apoio nas suas escolhas de vida ou metas:

Se você já ouviu comentários que seus sonhos e metas são estúpidos ou que você nunca vai alcançar seus objetivos, talvez tenha que rever sua relação.

Alguém que te quer bem, apoia suas decisões mesmo que não concorde com elas. Inclusive, a sua felicidade é importante para a pessoa que te ama.

12 Tudo é culpa sua:

Você é a raiz de todo mal. Qualquer coisa que dê errado é culpa sua. Ele/ela culpa você por todas as suas inseguranças, e é incapaz de pedir desculpas caso perceba que seu comportamento está errado. Isso é um grande sinal de alerta para o relacionamento tóxico.

13 Frequentes ameaças de término do relacionamento:

Esse é clássico! Esse jogo é cruel, sempre que o outro está insatisfeito ameaça romper o relacionamento. Isso pode acontecer principalmente se ele/ela sabe que você vai implorar para que ele não vá embora. Pessoas assim se alimentam da carência e inconscientemente procuram parceiros(as) que possam controlar.

14 Suspeitas acontecem o tempo todo:

Todo relacionamento precisa de um nível de privacidade. E para isso é fundamental confiar um no outro. Se ele/ela quer saber constantemente o que está rolando no seu espaço de privacidade, isto mostra um nível tóxico de controle.

É humilhante. O relacionamento é entre adultos, e não é necessário supervisão constante. E caso venha o sentimento de culpa depois que você disse a ele/ela que não o deixaria acessar suas coisas, este é um ponto crucial para que tu busques ajuda para sair desta relação.

15 Dependência:

Em um relacionamento tóxico há dependência do outro, tanto financeira, emocional ou física. Quando você dá sinais de que vai cuidar de si, o outro detesta e tentar manter você sob controle.

E por vezes, o outro faz você acreditar que não tem capacidade para realizar seus planos. Além de não dar atenção para seus sentimentos que não tenham relação com ele/ela.

Se você identificou alguns dos sinais acima no seu relacionamento, talvez esteja na hora de deixar ir, seguir o seu caminho sem esta pessoa.

Como se curar de um relacionamento tóxico?

De fato não é tarefa simples. Na maioria das vezes as pessoas negam a situação, e não enxergam o quão doentio é insistir em algo que prejudica tanto a saúde emocional, mental e física.

O primeiro passo para sair do relacionamento tóxico é aceitar que está dentro de um. O segundo passo é construir um sistema de apoio, deixando as pessoas se aproximarem e ajudarem.

É fundamental também o investimento no autoconhecimento, para conseguir enxergar o que te fez escolher se manter em um relacionamento assim.

Alguns exercícios que ajudam é desabafar escrevendo, ler livros de autoajuda, e o principal, procurar um psicológo para ressignificar o que foi vivido e construir um futuro melhor para as próximas relações.

Fonte: https://www.psicologiaviva.com.br

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Qual a importância da arteterapia para crianças?

arteterapia

A primeira coisa que devemos fazer é definir seu conceito antes de começar a falar de arteterapia para crianças. Trata-se de uma tendência criativa muito benéfica para todas as idades. Mas, se aplicada na infância, pode potencializar as capacidades intelectuais das crianças.

  • Arte. Refere-se a tudo aquilo que o ser humano faz para se recriar de maneira estética. Em relação a algum aspecto que o rodeia ou alguma emoção ou sentimento para o qual são utilizados vários instrumentos. Como, por exemplo: a pintura, a música, a dança, etc.
  • Terapia. Consiste em colocar em prática um conjunto de ações ou ideias para a superação de um problema físico ou mental.

Por meio da arteterapia, pode-se criar expressões do mundo interior. Ainda, aprende-se a se expressar e o mais importante é sua contribuição para resolver os problemas emocionais e psicológicos. É importante saber que a técnica pode ser aplicada em crianças, adolescentes e adultos.

Por que estas duas palavras se unem?

O principal aspecto é porque estas duas palavras juntas criam um ambiente mais poderoso. Como se sabe, a arte é uma forma de desintoxicar o corpo humano. É uma excelente forma de fazer catarse.

Por meio da arteterapia procura-se liberar assertivamente as emoções, entreter a mente e alegrar o espírito.

Como pais e por nos encontrarmos em pleno desenvolvimento da educação das crianças, devemos ter cuidado na hora de compartilhar com elas toda a nossa paz e bem-estar. Sempre devemos ter em mente a importância de orientar nossos filhos de forma saudável.

Sempre que for trabalhar com estes exercícios de arteterapia para crianças é importante contar com uma pessoa responsável para que guie o processo e ajude, se for necessário. Porém, é preciso saber aproveitar, já que existem muitas possibilidades dentro destas atividades criativas.

Benefícios dos exercícios de arteterapia para as crianças

  1. Diversão.
  2. Desenvolvimento da inteligência.
  3. Bem-estar emocional.
  4. Aumento da criatividade e da capacidade de inventar.

A arte não é o que você vê, mas, sim, o que faz os outros verem.

– Edgar Degas-

Diz-se que os exercícios de arteterapia para crianças desempenham uma função específica. O importante é poder determinar como pode ser a sua aplicação em pessoas ou grupos. Porém, fazendo um bom acompanhamento e dando um foco melhor à arteterapia, pode-se aplicar estas atividades para desenvolver habilidades e canalizar certas emoções.

Gostou? Então traga os seus filhos e conheçam o trabalho de arteterapia com a professora Carmen Lúcia Dalano, saiba mais e agende a sua visita no (11) 518-5024.

Fonte: https://soumamae.com.br/12-exercicios-de-arteterapia-para-criancas/

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6 sinais de que você precisa consultar um profissional de saúde mental

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Importância de cuidar da saúde mental

Considere o seguinte: qualquer sinal de palpitação ou desconforto no peito vai te mandar correndo pro consultório do cardiologista. Você não liga para o médico quando tem um resfriado, mas também não deixa de tomar remédios. O mesmo vale para dor nas costas – você espera um ou dois dias e, se ela não passar, procura ajuda. Mas, quando as pessoas sofrem com oscilações constante das emoções, raiva e longos períodos de tristeza, quantas delas você acha que procuram um psicólogo ou psiquiatra? Pouquíssimas. Somente uma pequena parte da população procura a ajuda de profissionais para lidar com questões de saúde mental. A maioria das pessoas simplesmente espera o problema passar.

“Achamos que os altos e baixos são parte da vida e que temos de lidar com eles por conta própria”, diz Jawahar Shah, co-fundador da Welcome Cure, uma clínica virtual que tem mais de cem médicos e oferece ajuda online.

“Às vezes as coisas não são tão simples”.

E elas podem ser fatais: transtornos mentais são doenças sérias, causadas por um desequilíbrio nos neurotransmissores (tais como dopamina e serotonina), que funcionam como reguladores de humor e controlam o sono, o estresse e assim por diante.

Segundo um relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) , uma pessoa entre quatro será afetada por problemas mentais ou neurológicos em algum momento de suas vidas.

Em 2010, um estudo conduzido no NIMHANS (sigla em inglês para Instituto Nacional de Saúde Mental e Neurociências) indicou que o fardo dos transtornos mentais e comportamentais atingia de 9,5 a 102 pessoas para cada mil.

“Como qualquer outra doença, qualquer tipo de transtorno mental é tratável. Quanto mais cedo diagnosticado, mais fácil curá-lo”, diz Jay Shastri, tesoureiro honorário da Associação Indiana de Psiquiatria Biológica.

Veja abaixo seis sinais que merecem atenção e pelo menos um check-up com seu médico, para descartar a possibilidade de doença.

1. Seu humor oscila

“De acordo com o levantamento do consórcio de saúde mental da OMS, transtornos de humor são a segunda doença mais prevalente de todos os transtornos mentais”, diz Harsheen Arora. É normal experimentarmos mudanças de humor causadas por mudanças nas circunstâncias que nos rodeiam.

O importante é observar quando a mudança de humor é desproporcional. “Ficar atolado em emoções e ter dificuldade para sair desse estado” é algo a ter em conta, diz Harini Ramchandran, co-fundadora da Escola de Excelência, uma instituição de programação neurolinguística.

Fique atento para estes sintomas: “Se você se irrita ou se frustra com facilidade e seus níveis de tolerância estão muito baixos”, diz Sanju Gambhi, psiquiatra do Primus Super Specialty Hospital. “Você tem dificuldade de processar corretamente o que as pessoas dizem, sem encontrar explicações razoáveis.”

2. Você sente uma dor inexplicável

A dor é uma mensageira — seu corpo enviando alguns sinais físicos na tentativa de avisá-lo de que há um problema de saúde mental à espreita.

O sinal de alerta virá “na forma de sintomas físicos ou somáticos inexplicáveis, tais como dores no corpo, sintomas gastrointestinais e assim por diante”, diz Samir Parikh, diretor de saúde mental e ciências comportamentais da Fortis Healthcare.

3. Seu mundo parece desmoronar (durante um período prolongado)

“Chamo de efeito cascata múltiplo: quando os relacionamentos com pessoas importantes (amigos, pais, parceiros) ficam confusos e você tende a odiar as pessoas, há um problema”, afirma Ramchandran.

Se você sentir que está perdendo contato com o mundo funcional — relações interpessoais, socialização etc. –, provavelmente é hora de parar e reavaliar sua saúde mental.

Arora cita um exemplo: “Um cliente de 28 anos de idade pediu ajuda para lidar com suas explosões de raiva. Ele disse que essas explosões tinham aumentado nos últimos dois meses, colocando em risco relacionamentos importantes e também seu emprego.

Descobriu-se que a irritabilidade e raiva decorriam de uma depressão subjacente”.

4. Você tem problemas para dormir e falta de apetite

Ambos são sintomas muitas vezes ignorados. “Muitos transtornos mentais estão associados a distúrbios do sono”, diz Arora. “Psicoses, transtornos de humor, transtornos de ansiedade, síndrome do pânico e alcoolismo e costumam ser observados em pacientes que se queixam de problemas para dormir”, acrescenta ela.

Dito isto, não se assuste à toa: não conseguir dormir de vez em quando, ou ter insônia depois de um dia agitado, é normal.

Arora também revela que, na Índia, a prevalência e a incidência da anorexia nervosa não são conhecidas com exatidão, apesar de haver evidências indiretas de várias clínicas e hospitais que os registros têm aumentado nas últimas décadas.

5. Você anda muito esquecido

“A maioria dos problemas psiquiátricos e psicológicos também provocam dificuldades nos processos cognitivos e mentais, incluindo falta de atenção e concentração, esquecimento e dificuldade na tomada de decisões”, diz Parikh. O mesmo vale para a procrastinação.

“Muita gente fica presa num círculo: tenta se concentrar em algo, mas simplesmente não é capaz — uma parte da pessoa quer, mas outra não quer”, diz Ramchandran. Se vivido com muita freqüência, esse conflito interno merece investigação.

6. Você quer se prejudicar ou se ferir

Este é um sinal de alarme que não deve ser ignorado. Você deve agir imediatamente, procurando ajuda. “Se às vezes você sentir o desejo de se ferir fisicamente, com certeza é motivo de preocupação”, diz Gambhi.

Isso inclui o abuso de substâncias. Impulsos incontroláveis de ceder a essas atividades são sinal de que algo não está certo.

 

Por: Aashmita Nayar
Fonte: https://www.huffpostbrasil.com

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